A programação da Semana S 2026 contará com uma aula pública gratuita sobre patrimônio histórico, arquitetura e a história de Belém neste sábado (16), às 16h. A atividade, que será conduzida pelo peofessor e historiador Michel Pinho, faz parte da grande ocupação urbana promovida pela Fecomércio Pará, Sesc e Senac Pará, com apoio da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e sindicatos empresariais. A aula pública sobre os palacetes e o patrimônio arquitetônico de Belém busca valorizar a memória urbana e destacar a importância histórica dos casarões que marcam a paisagem da capital paraense. A participação é gratuita e aberta ao público.
O aniversário de Jorge Portugal, presidente da Associação Paraense de Supermercados, celebrou também uma das forças da economia estadual. O setor supermercadista movimenta mais de R$ 19 bilhões por ano no Pará e gera cerca de 65 mil empregos diretos e 220 mil indiretos, segundo a Aspas. Referência no empreendedorismo paraense, Jorge Portugal ajuda a fortalecer o abastecimento e o desenvolvimento do Estado. Saúde, sucesso e longa vida aos empresários e trabalhadores do ramo.
No dia 14 de maio, o Banco da Amazônia promove a abertura de “Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia”. Em cartaz no foyer do Centro Cultural Banco da Amazônia, a exposição vai reunir 23 craques do humor gráfico brasileiro, escalados de todas as regiões do país. Sob a curadoria de J. Bosco, mestre do humor desenhado, o time entra em campo com 69 obras autorais entre charges, cartuns, caricaturas e desenhos que driblam o óbvio para homenagear a paixão nacional pelo futebol. Só tem fera. O que vier, eles traçam.
O centro comercial de Belém nunca causou tanto espanto como atualmente. O abandono virou paisagem. Ruas cercadas por casarões históricos e enorme potencial turístico foram tomadas por entulho, descarte irregular de lixo, usuários de drogas e pessoas em situação de rua - tudo isso a poucos metros do Palácio Antônio Lemos, sede da Prefeitura de Belém. Total abandono. A degradação avança diante dos olhos de quem passa diariamente pelo centro. E diante da Prefeitura também. Fica a pergunta: por onde andam as autoridades municipais, que parecem não enxergar o colapso instalado no coração histórico da capital?
O Pará deve ser um dos estados mais impactados pela nova portaria dos ministérios da Gestão e dos Povos Indígenas que vai destinar 3 milhões de hectares da União para regularizar 67 reservas indígenas. O governo ainda não abriu a lista das áreas beneficiadas, mas o Pará tem peso relevante no mapa indígena. Concentra cerca de 28 milhões de hectares já reconhecidos como terras indígenas, a maior extensão do Brasil. A expectativa é que uma fatia relevante das novas destinações recaia sobre áreas federais paraenses. RECADO PERIGOSO A promulgação da Lei da Dosimetria por Davi Alcolumbre, após veto de Lula, reforça a percepção de afrouxamento penal no país. A nova regra flexibiliza critérios para redução de penas e progressão de regime em crimes cometidos no mesmo contexto. No Brasil, sempre haverá uma brecha capaz de aliviar condenações. Ao suavizar punições, o país revive um alerta clássico de Ruy Barbosa: “De tanto ver prosperar a desonra (...) o homem chega a ter vergonha de ser honesto.” Mais de um século depois, a frase segue atual.
Izael, um dos nomes mais queridos e respeitados de Belém, celebra os 21 anos de seu salão, hoje instalado no segundo andar da Estação das Docas. Mais do que referência em beleza e cuidados com os cabelos, ele construiu ao longo do tempo uma trajetória marcada pela credibilidade, pelo talento e, sobretudo, pelo respeito às pessoas, marca de quem fez do trabalho sério e da honestidade seus maiores diferenciais. Vida longa a Izael e aos muitos projetos que ainda levam sua assinatura.
A Vega Bajaj Belém, concessionária de motocicletas liderada por Paulo Vitor Mutran, estreia uma nova campanha publicitária com cara nova e nome de peso. O influenciador Felipe Fera, que soma milhões de seguidores nas redes sociais, é a aposta da marca para as próximas peças, em uma estratégia que busca ampliar alcance e movimentar o mercado local com mais conexão e presença digital.
No Pará, cerca de 300 mil micro e pequenas empresas, 90 mil só em Belém, segundo o Sebrae, terão de mudar a rotina. A partir de setembro, quem presta serviço vai usar o Emissor Nacional da NFS-e, sistema único online que substitui as notas da secretaria de finanças da prefeitura. A unificação, baseada em dados do IBGE, promete simplificar, mas exige adaptação digital imediata, o que deve mexer com a rotina dos contadores.
A última coluna C091 desta semana não iria ao ar sem prestar uma homenagem a Lucidéa Batista Maiorana. Com respeito e profunda solidariedade aos filhos, netos e bisnetos que se despedem de sua matriarca, nós, da redação do portal, registramos nosso tributo a uma mulher que, mesmo distante dos holofotes que costumam cercar nomes de sua grandeza, escolheu atuar com sobriedade. Orientou, construiu, educou. Sua presença firme, de gestos comedidos, marca uma era que se encerra fisicamente, mas permanecerá viva nas raízes que ajudou a fincar. No Pará, sua terra, cada iniciativa guiada pelo compromisso de comunicar para servir carrega, ainda que silenciosamente, o legado de dona Déa.
O varejo alimentar de Belém, com cerca de 139 supermercados e centenas de comércios, entra no centro da controvérsia sobre a redução da jornada. Forte empregador e com faturamento bilionário puxado por redes locais, como o Grupo Líder e Preço Baixo, e forte presença dos grandes varejistas como o Açaí, o setor teme impactos. A Associação Brasileira de Supermercados critica o fim do modelo 6x1 e defende flexibilização, como contratos por hora, alegando risco aos pequenos negócios e ao nível de emprego.
Embora o Pará registre quedas históricas de 70% na criminalidade geral desde 2018, o roubo de motos cresce em Belém, com média de 11 veículos levados por dia na Grande Belém em 2025. As motocicletas superam carros como alvo principal devido à facilidade de revenda e uso em entregas. Esse cenário cria um paradoxo, onde a insegurança de quem trabalha sobre duas rodas aumenta enquanto os indicadores gerais recuam. A sociedade aguarda por operações especiais nesse rumo.
O IBGE quer, enfim, incluir a população em situação de rua no censo de 2028, tarefa que, segundo a própria direção, dependerá de uma dura batalha por orçamento. Enquanto isso, os números seguem fragmentados. Em Belém, levantamento da prefeitura indica cerca de 3 mil pessoas vivendo nas ruas, evidenciando o tamanho do desafio de mapear quem, hoje, ainda escapa das estatísticas oficiais.