








No Pará, alguns postos parecem ter descoberto uma nova octanagem: a do preço que muda conforme o jeito de pagar. O consumidor chega para abastecer e descobre que o mesmo litro pode ter uma “promoção” no Pix ou no dinheiro, como se a forma de tirar a nota fiscal fosse capaz de alterar o combustível dentro da bomba. Um projeto que tramita na Câmara quer acabar com essa esperteza comercial. Resta saber se a conta vai baixar ou se a criatividade dos postos vai encontrar outro caminho.
A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou a isenção de Imposto de Renda para profissionais da área. A compensação viria do Fundo Nacional de Segurança Pública. Em Brasília, onde as bets já passaram a abastecer fundos ligados à segurança pública, a lógica parece ser simples: se a arrecadação não vem do contribuinte, pode muito bem sair da fé nacional nas apostas. Afinal, até a política fiscal entrou no jogo.
A dragagem do Tapajós ganhou uma nova turbulência. O GT Infra, uma rede de mais de 50 organizações da sociedade civil, quer derrubar a autorização que dispensou o licenciamento ambiental da obra, concedida pela Semas-PA ao DNIT. A entidade acusa o governo de tentar acelerar uma intervenção bilionária para atender à logística de exportação de grãos, ignorando estudos de impacto e a consulta a comunidades tradicionais e povos indígenas. O caso bate de frente com alertas do TCU e expõe o dilema entre pressa econômica e proteção ambiental.
Salinas mudou de status. O destino que por décadas foi o nosso pedaço de mar mais gostoso também virou vitrine de luxo. Em julho, mansões, helicópteros e veículos milionários disputam espaço com guarda-sóis e cadeiras de praia. A ostentação acompanha o crescimento do turismo de alto padrão e ajuda a movimentar hotéis, restaurantes e o comércio local. Para uns, é sinal de desenvolvimento; para outros, a confirmação de que o Sal deixou de ser apenas uma praia para se tornar refúgio dos endinheirados do Norte.
Depois que a Seleção Brasileira transformou a última Copa do Mundo em um curso intensivo de frustração, o Congresso resolveu olhar para o Mundial Feminino de futebol com outro espírito. Um projeto acaba com a obrigação de férias escolares durante a competição de 2027, deixando estados e municípios livres para decidir se suspendem ou não as aulas. Excluída como sede, Belém terá de se contentar em ver os jogos pela TV e, se a bola voltar a decepcionar, nós só poderemos culpar o recesso de talentos, não de aulas. MEMÓRIA VIVA Quatro anos após os assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, o Ministério Público Federal lançou uma página especial para reunir informações sobre sua atuação no caso. A iniciativa preserva a memória das vítimas e reforça que o crime segue como símbolo dos riscos enfrentados por quem combate ilícitos na Amazônia. O gesto também serve de recado: enquanto persistirem ameaças à floresta e aos seus defensores, o caso continuará cobrando respostas do Estado.
Conhecido por carregar mala de políticos e puxar saco de empresários, um estelionatário contumaz, bom de lábia, estava foragido pra São Paulo, operando para um deputado federal que comanda altos contratos em um órgão federal aqui no estado do Pará e já esta na mira da polícia federal por cartel de asfalto. Há pouco tempo resolveu dar as caras e se tornou sócio oculto de uma escola e como de costume não honrou com seus compromissos, o portal cidade091 acompanha de perto mais essa trama de quem esbanja riqueza sem nunca ter tido um emprego, nem um cnpj produtivo, agora a duvida é saber quem ele vai procurar pra esquentar mais esse dinheiro sujo tentando ser lavado.
A Justiça resolveu entrar em campo e determinou o bloqueio do cachê de Romário na CazéTV por causa de uma dívida milionária, estimada em R$ 32,4 milhões. O ex-atacante, que tantas vezes driblou zagueiros pelo caminho, agora tenta escapar de um marcador bem menos simpático: a cobrança judicial. No gramado das finanças, a bola da vez parece ter parado justamente onde ninguém queria: no caixa.
A previsão de temperaturas próximas dos 40°C e a redução das chuvas nos próximos meses acendem um sinal de alerta em Belém. Especialistas apontam que a combinação dos efeitos do El Niño com as ilhas de calor urbanas deve intensificar a sensação térmica, principalmente entre agosto e setembro. Diante do cenário, cresce a necessidade de medidas para mitigar os impactos do calor extremo, especialmente com a proximidade do Círio de Nazaré, período que reúne milhões de pessoas nas ruas da capital paraense.

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