Uma mega-loja vem se destacando no mercado de compra, venda e LAVAGEM de veículos. A loja reúne carros de diferentes procedências, muitos deles vindos do Amapá. A novidade, porém, está no segundo andar: um espaço que funciona como uma espécie de coworking político, reunindo empreendedores e figuras ligadas ao meio. Empreendedorismo puro! Em tempos de tantas operações, a frequência por lá pode diminuir.
A nova lei que criou o programa Move Brasil, com financiamento de veículos para taxistas, motoristas de aplicativo e profissionais do transporte, chega a um mercado que cresce muito em Belém. Segundo o Sindtapp, cerca de 25 mil trabalhadores de aplicativos atuam na Grande Belém, entre motoristas, motociclistas e entregadores. E as corridas aceleram: em 2025, o volume de viagens por app cresceu 13% na capital. O trânsito pede calma aí, gente.
A guerra de decisões no STF levou 13 ex-ministros a classificarem o momento como a “mais aguda crise” da história da Corte. Com a eleição presidencial no horizonte, cada decisão passa a carregar também um possível efeito político. O Supremo não escolhe candidato, claro. Mas, no Brasil, crise institucional vira discurso, palanque e munição para as redes sociais. Se a temperatura continuar subindo, os políticos podem ganhar um novo cabo eleitoral. E ele usa toga.
Depois do incêndio no 29º andar de um condomínio na Cremação, que deixou duas pessoas hospitalizadas, agora uma explosão em restaurante, no cruzamento da Diogo Moia com a 14 de Março, feriu um motorista de aplicativo. Os episódios reforçam a importância de seguir rigorosamente as normas de segurança e prevenção do Corpo de Bombeiros. E, quando o assunto é fogo, melhor conferir hidrantes, instalações e equipamentos antes da emergência. A prevenção continua sendo o melhor combate ao incêndio.
Diante das acusações envolvendo ministros do STF e dos pedidos para que a OAB adote medidas efetivas, a pergunta que fica para a seccional paraense é simples: qual será sua posição? Nota de repúdio já virou gênero literário em Brasília. Já deu, né? E, convenhamos, não muda o placar. Se a entidade entende que há fatos graves a apurar, que diga o que pretende fazer, dentro de suas atribuições. A sociedade já está cansada de manifestações protocolares. Diz aí, OAB-PA: tá do lado de alguém ou do lado do Brasil? Vai fazer o quê?
O projeto que libera porte de arma para agentes de trânsito pode alcançar diretamente cerca de 150 servidores em Belém. O efeito, porém, não ficaria restrito à estrutura da cidade: a fiscalização de trânsito é compartilhada entre a Semob e o Detran-PA. A proposta aprovada na Câmara, portanto, tem impacto potencial sobre uma categoria que está diariamente nas ruas, em contato direto com motoristas e em operações de fiscalização.
O cacau paraense ganhou uma oportunidade que combina sabor e negócio: 96% da área cultivada de cacau no Brasil estão aptos a atender às exigências europeias de exportação. E o Pará é protagonista. A safra estadual chegou a 141.452 toneladas em 2025, com 86,3% concentradas na região da Transamazônica. Belém é a vitrine comercial e logística do Estado. O chocolate europeu pode até ser famoso. Mas a matéria-prima tem sotaque paraense.
Um ano depois de assumir uma cadeira na Agência Nacional de Mineração (ANM), o paraense José Fernando Gomes Jr. apresenta um balanço que combina números robustos e pulso firme. Foram 693 itens deliberados, 463 milhões de reais em cobranças da CFEM e 317 processos enviados à dívida ativa. Em um setor bilionário, onde interesses privados frequentemente pressionam o regulador, a agência também teve de bater de frente para fazer valer a fiscalização e o interesse público. O primeiro ano termina com a ANM mais ativa e menos disposta a fazer concessões.
Em Belém, a greve dos bancários começa nesta sexta-feira (4) e promete mexer com a rotina de quem ainda depende do atendimento presencial. A paralisação será por tempo indeterminado e atinge bancos públicos e privados, com uma exceção: o Banpará. A orientação é recorrer a aplicativos, Pix, caixas eletrônicos e internet banking. Para quem precisa resolver pendências na agência, a recomendação é se antecipar. Não deixe pra amanhã o que dá pra resolver já.
No Tapajós, cerca de 20 indígenas da etnia Munduruku fizeram o que o Estado nem sempre consegue: a retirada de uma draga de garimpo ilegal. Sem tiros. No Pará, onde uma operação federal já havia inutilizado sete dragas na região em apenas dez dias, a cena tem algo de pedagógico. Em 2021, casas de lideranças Mundurukus foram incendiadas por garimpeiros. Agora, houve conversa. Talvez a diplomacia funcione melhor quando fica claro quem manda. MULHERES NO COMANDO O Brasil já tem 37,7% de mulheres em cargos de liderança, acima da média global de 32,9%. No campo, o Pará não fica atrás: elas administram 20,4% dos estabelecimentos agropecuários, contra 18,7% no país. São cerca de 57 mil gestoras rurais. A pecuária, tradicional reduto masculino, ajuda a explicar a mudança. A ironia é que, enquanto o boi continua pastando sem distinguir gênero, o mercado ainda insiste em fazê-lo.
O Pará pode ganhar protagonismo em uma discussão no STF: a definição de um percentual mínimo de pessoas com deficiência no serviço público. A ação questiona a falta de uma regra nacional que assegure representatividade efetiva. No Estado, editais recentes já contemplam vagas específicas para PcDs. Com a discussão, o Pará, que tem ampliado políticas de inclusão, pode virar laboratório para uma nova etapa das ações afirmativas.
Os pedidos de demissão bateram recorde no Brasil, com 4,3 milhões de trabalhadores deixando voluntariamente seus empregos. No Pará, o movimento merece atenção diante do aquecimento do mercado de trabalho e da geração de vagas. Em Belém, onde se concentra boa parte da atividade econômica do Estado, a maior oferta de oportunidades pode estar dando ao trabalhador mais espaço para trocar de emprego em busca de melhores salários e novas condições. O fenômeno é nacional, também chega para as bandas de cá.