Paulo SilberColunista
Cidades
Lei do silêncio nunca foi só depois das 22h e ainda gera controvérsias em Belém
Fim do “horário mágico” não significa salvo-conduto para o barulho. Na capital paraense, sossego, limites de ruído e regras ambientais convivem numa legislação que exige mais do que olhar o relógio.

Guarda Municipal de Belém/reprodução












