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C91há 21 dias

PARÁ REPARADO

Entre as certidões de óbito retificadas entregues pelo Ministério dos Direitos Humanos está a de Edson Luís de Lima Souto, estudante paraense morto pela Polícia Militar aos 18 anos, durante um protesto no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro, em 1968. Nascido em Belém, ele passou a ter oficialmente reconhecida a responsabilidade do Estado por um dos crimes mais simbólicos da ditadura militar.

Também receberam certidões corrigidas Rubens Paiva, Vladimir Herzog, Carlos Marighella, Stuart Angel Jones e a estilista Zuzu Angel, cuja morte, em 1976, foi oficialmente reconhecida como decorrente da perseguição política.