C91há 25 dias
PROGRESSO QUENTE
Belém prepara seu primeiro data center, mas o empreendimento de R$ 250 milhões ainda não protocolou sequer o licenciamento ambiental. Enquanto a empresa promete tecnologia e investimento, o Ministério Público cobra estudos sobre água, energia, calor e ruído. É o paradoxo amazônico: numa região onde há quem viva sem luz e água potável, chega um projeto que consumirá energia em escala de milhares de casas.
Atualizado há 25 dias
